quinta-feira, 11 de Dezembro de 2008

A Educação para os Direitos Humanos

A aprendizagem dos direitos humanos implica aprender sobre as responsabilidades, que acompanham todos os direitos, assim como a responsabilidade individual na sua aplicação. Isto quer dizer que não são os governos os únicos responsáveis pela sua promoção e defesa, mas que cada um tem um papel a desempenhar neste campo.


A educação para os direitos humanos inclui a aprendizagem:

- Sobre a dignidade, inerente a todas as pessoas.
- Sobre os princípios (universalidade, indivisibilidade, interdependência).
- Sobre como os DH promovem a paz.
- Sobre a História e desenvolvimento dos DH.
- Sobre o Direito Internacional.
- Sobre violações de DH (genocídio, tortura, violência contra as mulheres, etc.).


Além disso, os valores e atitudes de DH incluem:

- Fomentar o respeito pelos outros, a auto-estima e a esperança.
- Compreender a natureza da dignidade.
- Fomentar empatia e solidariedade com aqueles que sofrem violações de DH.
- Perceber a dimensão dos DH em questões económicas, civis, políticas, culturais
- Valorizar a não-violência e acreditar que a cooperação é melhor do que o conflito.

Eleanor Roosevelt verifica uma das primeiras impressões da DUDH

“Onde começam afinal, os direitos universais? em pequenos locais, perto de casa –tão perto e tão pequenos que não podem ser vistos em quaisquer mapa do mundo. No entanto, são o mundo da pessoa individual, do bairro onde vive, da escola ou universidade que frequenta, da fábrica, quinta ou escritório onde trabalha. Estes são os locais onde todos os homens, mulheres ou crianças procuram a igualdade de justiça oportunidade, dignidade sem discriminação. Se estes direitos não tiverem significado lá, terão pouco significado noutro sítio qualquer. Sem a acção do cidadão consciente, que os suporte perto da casa, será em vão que buscaremos o progresso neste vasto mundo.”


Eleanor Roosevelt


Formatação a cargo: Clube da Cidadania

DUDH - Declaração Universal dos Direitos Humanos

Para Kant

O homem, e, duma maneira geral, todo o ser racional, existe como fim em si mesmo, não só como meio para uso arbitrário desta ou daquela vontade. Pelo contrário, em todas as suas acções, tanto nas que se dirigem a ele mesmo como nas que se dirigem a outros seres racionais, ele tem sempre de ser considerado simultaneamente como fim.


Os direitos humanos

- 1776 – Revolução Americana consagra o princípio universal de que todos os homens nascem iguais, com direito à vida, à liberdade e à busca de felicidade;

- 1789 – Revolução Francesa proclama a Declaração Universal dos direitos do Homem e do Cidadão, promovendo os valores da liberdade e da fraternidade;

- 1948 – Declaração Universal dos Direitos do Homem proclamada pelas Nações Unidas, tendo como pano de fundo a 2ª Guerra Mundial e o Cenário do Totalitarismo.


Os valores da DUDH

· Apesar de ser reconhecido o direito à diferença a cada estado, as diferenças nas suas legislações internas não podem contudo contrariar o que está consignado na Declaração.

· Todos os Estados do mundo são obrigados a tê-los em conta, e não apenas aqueles que até ao momento tenham subscrito esta Declaração. É com base nos valores nela consagrados que avaliamos a sua actuação quer no plano interno, quer no plano internacional.


A Pessoa

· Este valor é relativamente recente no pensamento ocidental.

· Foi E. Kant o primeiro filósofo a teorizar este valor absoluto.

· Ao longo dos séculos muitos foram aqueles que se opunham a que o Outro fosse considerado uma pessoa. As múltiplas discriminações impediam que tal acontecesse. O escravo, por exemplo, pouco mais era do que um instrumento de trabalho para o seu senhor. A mulher não passava de ser inferior frequentemente ao olhos do homem que a possuía. Este valor implica:

- Assumir que todo o ser humano é distinto das coisas que o rodeiam;
- Tem uma natureza própria, fundamentada numa identidade própria;
- Cada ser humano é único e irrepetível;
- É um ser dotado de consciência e liberdade de decisão e como tal deve tratado.


A Dignidade

§ A dignidade que atribuímos a qualquer outro ser humano decorre do facto de o reconhecermos como igual a nós próprios e, por conseguinte, dele nos suscitar igual respeito pela sua singularidade individual, de não o considerarmos como coisa, como simples meio, como mercadoria. De lhe reconhecermos também a capacidade para definir as suas próprias acções com consciência e com a noção das consequências que os seus actos podem provocar. Este valor desdobra-se nos seguintes direitos:

a) Integridade moral do ser humano: direito ao bom nome, à imagem, à intimidade, abolição dos maus tratos ou situações degradantes;

b) Integridade física do ser humano: direito à vida, garantias face à tortura, abusos do Estado, etc.


A Liberdade

É um dos valores fundamentais que esteve ligado à modernidade europeia. Este valor desdobra se numa série de direitos:

a) Liberdade pessoal: Liberdade em matéria de religião, de política, de residência e circulação, de expressão, de reunião, de manifestação, de associação, de ensino, etc.
b) Liberdade civil: garantias jurídicas e penais
c) Liberdade política: direitos de participação política, de representação política nos vários órgãos de decisão do Estado, etc.


A Liberdade

É um dos valores fundamentais que esteve ligado à modernidade europeia. Este valor desdobra-se numa série de direitos:

a) Liberdade pessoal: Liberdade em matéria de religião, de política, de residência e circulação, de expressão, de reunião, de manifestação, de associação, de ensino, etc.
b) Liberdade civil: garantias jurídicas e penais
c) Liberdade política: direitos de participação política, de representação política nos vários órgãos de decisão do Estado, etc.


A Solidariedade

Este valor, talvez mais do que nenhum outro, coloca em evidência a interdependência de todos os seres humanos e a necessidade de harmonizarem as suas relações por forma a evitarem ou minorem o sofrimento. Recusa-se, desta forma, o princípio da força ou do egoísmo como norma nas suas relações. Este valor impele nos a que assumamos a solidariedade como dever que visa criar, por contrato, uma associação livremente consentida, mútua e solidária entre os homens, que os proteja dos riscos comuns.


Por último

A Declaração tem, por último, e como grande objectivo, que através da cooperação entre os povos seja criado um estado de felicidade entre os seres humanos, e que no futuro todos sejam iguais em dignidade e em direitos.

IIª Semana da Cidadania

Dia 13 de Dezembro – Sábado

15.00 h – Sarau de Natal (Casa do Povo da Longra)


Dia 15 de Dezembro – 2ª Feira

09.00 h – Dádiva de Sangue (Auditório – Bloco A – Clube da Saúde)
10.15h – Abertura da Semana da Cidadania:
o Divulgação do Programa da IIª Semana da Cidadania (Biblioteca):
o Rádio Escola;
o Panfletos.


Dia 16 de Dezembro – 3ª Feira

- Feirinha da UNICEF (Barraquinha de Madeira – entre Bloco A e F).
- NATAL SOLIDÁRIO (recolha dos bens – Barraquinha da UNICEF e SASE).
- Selecção dos Livros para Cabo Verde e S. Tomé (Equipas de Trabalho, para empacotarem os livros de acordo com as faixas etárias - Auditório).
- Campanha “Pijaminha IPO” (Bloco A).

Dia 17 de Dezembro – 4ª Feira

Lembrar o Dia Mundial dos Direitos Humanos (Auditório – 10h15min.):
· Projecção de um audiovisual;
· Lançamento de balões (promoção/fortalecimento dos vários artigos – Recinto Desportivo – 12horas).


Dia 18 de Dezembro – 5ª Feira

09.00h às 13.00h – Manhã Desportiva (Gimnodesportivo)
09.00h – Apresentação da planificação do projecto – Grupo “Estrela Polar” de Área de Projecto 12º A (Sala B6)
10.00h – Eucaristia de NATAL (Auditório)

.Realização dos cabazes de Natal (para as famílias de alunos carenciados da nossa Escola).

15.15h – Visionamento de um audiovisual “A Ilha de Lucanor” – reflexão sobre os direitos da criança.

quinta-feira, 10 de Janeiro de 2008

Ajuda de Berço... com um clique por dia, mais um "colo" de cidadania...



A "Ajuda de berço" que acolhe crianças dos 0 aos 3 anos, necessita da nossa ajuda.

É um site que vive da publicidade que faz e são as empresas que o patrocinam que ajudam esta associação.

Só temos que mostrar que visitámos o site em questão.
Demora menos de um segundo a ir ao site e clicar no botão...
..."UM COLO PARA CADA CRIANÇA": http://www.arcidadania.org/

PASSEM A 10 AMIGOS, PARA PASSAREM A OUTROS 10 AMIGOS.

Digam a 10 amigos para dizerem a 10 amigos hoje!

sexta-feira, 14 de Dezembro de 2007

Programa da Festa de Natal da Escola Secundária de Felgueiras

16.00 – Músicas de Natal – 10ºP

16.15 – Family Center (Danças)

17.00 – João Pedro Martins – “Homem do Leme” e “Aqui ao Luar”

17.10 – “Bruxa Carpidim” – 10ºO

17.35 – Coreografia “Barco Negro” – 10ºN

17.40 – Musical “Vida Artística” – 12ºL

18.00 – Coreografia -10ºP

18.10 – João Pedro Martins – “Loucos de Lisboa” e Versão Inédita de “Dunas”

18.20 – Coreografia – 10ºO

18.35 – Márcio e Belinha - “Nobody’s home”; Belinha – “Nightwish”

18.45 – Dança -11ºG

18.50 – Teatro “I Believe” – 10ºN

18.55 – Teatro “Zé das Moscas”- Professores

19.10 – Hino do Curso de Apoio Psicossocial

terça-feira, 11 de Dezembro de 2007

PERTO DE ESTAR PERTO DA POBREZA...

OS ACTUAIS NÚMEROS SOBRE A POBREZA EM PORTUGAL COLOCAM O PAÍS ENTRE OS PAÍSES DA UNIÃO EUROPEIA ONDE EXISTE UM MAIOR FOSSO ENTRE POBRES E RICOS!

ATÉ Á BEM POUCO TEMPO UM TERÇO DA POPULAÇÃO ACTIVA PORTUGUESA, VIVIA COM UM RENDIMENTO DE CERCA DE 360 EUROS POR MÊS!
ISTO É VIVER BEM??

Uma em cada seis pessoas no mundo vive em condições de extrema pobreza, não tendo acesso a medicamentos, educação básica, bens essenciais para as suas vidas e sua felicidade!

EM PORTUGAL, UMA EM CADA CINCO PESSOAS VIVE EM SITUAÇÃO DE POBREZA!
Tal como disse o Presidente da República, estes números sobre a pobreza, que colocam Portugal entre os países mais pobres, são motivo de vergonha para todos nós, e defendeu, que o estado sozinho não conseguirá melhorar a situação!Através do combate ao abandono escolar e a promoção do emprego, serão criadas condições que permitam fugir á pobreza...


Clube da Cidadania

A Solidariedade


Uma palavra amiga, um consolo, é algo que o dinheiro não compra.

A solidariedade é a grande arma contra a solidão e o infurtúnio. Que ninguém se sinta triste com a sua situação, sem que antes, tenha olhado bem, com olhos de ver, à sua volta, encontrando situações bem piores, pelo que temos que reagir e viver.

É triste quando temos amigos que se afastam, talvez por culpa nossa, não o sei dizer, mas os mais próximos não querem conviver com a diferença, pois não sabem como reagir e cobardemente partem, ou dizem uma palavra de "conforto", pensam eles, de vez em quando.

A amizade, é a presença nas dificuldades do amigo que, apenas "sai do coração".

Caminhemos juntos de mãos dadas!

Mário Relvas